Projeto Pequenos Aventureiros

Um caminhão-palco com cenário lúdico e interativo se tornará “sala de aula” para estudantes de escolas estaduais e municipais aprenderem mais sobre Educação Ambiental, utilizando música, jogos e materiais recicláveis como ferramentas. É o que trata o Projeto Pequenos Aventureiros, proposta elaborada pela Fundação Toyota do Brasil por meio de patrocínio incentivado e renúncia fiscal pelo Programa de Ação Cultural (PROAC ICMS) do estado de São Paulo.

O moderno espetáculo itinerante tem como objetivo proporcionar livre acesso ao teatro, com potencial para realizar 48 apresentações em seis cidades distintas (oito em cada).

Apoiar projetos incentivados como o Pequenos Aventureiros é um importante mecanismo de abatimento de imposto e fomento à cultura, dando a oportunidade de as empresas participantes implementarem os fundamentos da agenda ESG nas corporações.

Sua empresa pode ser parceira da Fundação Toyota do Brasil na viabilização desta iniciativa. Existem três tipos de cotas: Master, Patrocínio e Apoio. Na prática, a proposta permite que empresas patrocinem projetos culturais destinando até 3% do montante a ser pago de ICMS. O valor destinado ao patrocíno será descontado do próximo pagamento do imposto ao governo. Dessa forma, o investimento sai diretamente de uma despesa já existente e ainda gera as contrapartidas.

Acesse aqui a cartilha sobre renúncia do ICMS.

Saiba mais sobre as condições de patrocínio, cotas e contrapartidas.

Sobre a peça
Toy e Malú são dois jovens com muita imaginação. Quando encontram o Lixoman, uma mutação genética oriunda do acúmulo de resíduos sólidos, se transformam em super-heróis. Um filhote de arara azul robótico com poderes especiais e inteligência artificial se une ao grupo para combater o “inimigo número um da natureza”.

Além de levar às crianças temas importantes como preservação, transição energética e conservação da nossa fauna e matas brasileiras, a proposta de incentivo visibiliza o logo da empresa no envelopamento da unidade móvel que leva e serve de palco para a peça, assim como destaca a marca em banners, totens, camisetas e cartilhas.

Castelo de Pedras

Em uma iniciativa que contempla a sustentabilidade ambiental, econômica e sociocultural, a Fundação Toyota do Brasil apoia a primeira etapa do restauro do Castelo de Pedras Altas, localizado no município homônimo, no Rio Grande do Sul (RS)

Tido como um dos mais importantes conjuntos arquitetônicos do RS, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Iphae), foi o grande projeto pessoal de Joaquim Francisco de Assis Brasil, político, diplomata, produtor rural e intelectual gaúcho. 

Para desfazer o mito da rusticidade da vida no campo, ele construiu um lugar confortável em forma de castelo medieval, com pedras em granito rosado. Inaugurado em 1913, além dos 44 cômodos, o castelo possui a maior biblioteca particular da América Latina, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do governo gaúcho, com cerca de 15 mil obras em Latim, Inglês e Português; além de 22 volumes da maior enciclopédia do mundo, Diderot e d’Alenbert, de 1751.

O projeto de restauração prevê impermeabilização do terraço da edificação e dos revestimentos internos, restauração das instalações elétricas, hidráulicas, além da pintura das janelas metálicas do andar superior.

O resultado final contempla ainda a implantação de um ECOMUSEU, com o objetivo de valorizar o território, a paisagem cultural e a memória do lugar. 

Uma perspectiva que reúne a história social, ancorada em seus referenciais arquitetônicos e paisagísticos. Uma importante contribuição para o desenvolvimento cultural do estado e do Brasil.

EcoTech Inclusivo

Enquanto a taxa de participação das pessoas sem deficiência no mercado de trabalho é de 66,3%, esse número vai para 28,3%, quando o recorte é de pessoas com deficiência. Os dados levantados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019, contabilizam quem está empregado e quem está em busca de trabalho.

O projeto EcoTech Inclusivo, executado pela Organização Social de Saúde (OSS) Sorri-Bauru, foi idealizado para mitigar essa situação. Em um ambiente lúdico e instigante, que estimula a criatividade e a valorização das habilidades individuais, 30 moradores de Bauru (SP) e região, com idades entre 16 e 30 anos, vão receber qualificação em robótica adaptada e inteligência artificial para aplicação em criação de sistemas de irrigação automática de jardins. A iniciativa vai priorizar a participação de pessoas com deficiência e pessoas que vivem em locais de vulnerabilidade social

Além da formação técnica, o objetivo é que, ao final dos 12 meses de curso, os participantes percebam a importância do uso consciente da água e estejam preparados para atuar tanto no mercado de trabalho formal quanto informal, na automação residencial.

EcoTech Inclusivo é um dos projetos selecionados no Edital realizado pela Fundação Toyota do Brasil em 2023. Suas atividades serão iniciadas em 2024.

Além do ODS 8 – Trabalho decente e crescimento econômico, a iniciativa também está conectada aos ODS 10 – Redução das desigualdades e ODS 11 – Cidades e comunidades sustentáveis.

Impacta Toti

O projeto Impacta Toti, realizado pela Toti Diversidade – a primeira plataforma brasileira de ensino e inclusão de pessoas refugiadas e migrantes no mercado de trabalho de tecnologia, qualificará 110 refugiados e migrantes de todo o país por meio de uma plataforma de ensino que vai oferecer cursos de tecnologia.  A iniciativa é uma das selecionadas no Edital realizado pela Fundação Toyota em 2023 e suas atividades terão início em 2024. 

Além do acesso à educação de qualidade, o Impacta Toti fornecerá ferramentas para que esta parcela da população tenha qualidade de vida e mais oportunidades de aumentar suas rendas por meio de um emprego digno, que são grandes desafios para refugiados e migrantes que vivem no país. Segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, divulgados em dezembro de 2021, o Brasil abrigava mais de 1,3 milhão de imigrantes e refugiados, vindos de diferentes nacionalidades por situações de pobreza, violência, fome e vulnerabilidade social. Desde então, os números continuam aumentando. 

O projeto Impacta Toti também está relacionado aos ODS 1 – Erradicação da Pobreza, 4 – Educação de Qualidade, 5 – Igualdade de Gênero, 10 – Redução das Desigualdades e 17 – Parcerias e Meios de Implementação. 

Tecelãs do Vale do Jequitinhonha

Promover o fortalecimento de mulheres de comunidades rurais e quilombolas em situação de vulnerabilidade por meio da geração de renda.  Esse é o objetivo do projeto Tecelãs do Vale do Jequitinhonha, organizado pela ONG Tingui. A iniciativa é uma das selecionadas no Edital realizado pela Fundação Toyota em 2023. 

Cerca de 60 mulheres do Vale do Jequitinhonha (MG), com mais de 16 anos,  vão receber a qualificação em técnicas artesanais de tecelagem e tingimento, saberes ancestrais dessas comunidades e que vêm se perdendo com o passar do tempo. Dessa forma, o projeto, além de promover geração de renda para essas mulheres, contribuirá para o fortalecimento da cultura local, da identidade individual e comunitária das participantes. 

Serão realizadas oficinas de tecelagem, criação, desenvolvimento de produtos, apoio na gestão das redes sociais das tecelãs, bem como registro fotográfico das peças desenvolvidas por elas, de forma a apoiá-las na divulgação dos produtos. Além disso, a Organização oferecerá suporte na comercialização dos materiais produzidos.

Além do ODS 10 – Redução das Desigualdades, o projeto Tecelãs do Vale do Jequitinhonha também está conectado aos ODS 5 – Igualdade de Gênero.

Escola Floresta Ativa

Em 2024, ano em que a Fundação Toyota do Brasil completou 15 anos, a organização marca sua chegada à Amazônia para, em parceria com o Projeto Saúde & Alegria (PSA), atuar com foco na formação da comunidade local, expandindo, ainda mais, sua atuação na área educacional.

A iniciativa se chama Escola Floresta Ativa, em que são oferecidos 13 cursos e oficinas relacionados ao desenvolvimento sustentável das comunidades e das florestas, com a expectativa de impactar diretamente cerca de 500 pessoas de Santarém e da comunidade indígena Tapajós-Arapiuns (PA). A grade é dividida em sete temáticas: empoderamento digital, formação técnica para manutenção de paineis solares, economia criativa, artesanato da floresta, gestão e proteção territorial e turismo de base comunitária. Com isso, as organizações buscam oferecer um ensino contextualizado, que faça sentido para as realidades na qual as novas gerações estão inseridas e qualifique a mão de obra local voltada para a economia verde.

Em 2025, a cidade de Belém (PA) sediará a Conferência do Clima da ONU, a COP 30, e o objetivo é que, até lá, o Projeto Escola Floresta Ativa contribua para a preparação da população para atuar ativamente no evento, estimulando o desenvolvimento da economia local e deixando um legado de profissionais qualificados aptos a desempenhar outras funções para além da realização da Conferência.

Construindo Meus Corres

Promover formação teórica e técnica em informática básica, Instalação de acessórios automotivos e desenvolvimento socioemocional. São esses os objetivos do projeto Construindo Meus Corres, criado pela ONG CCB Social, patrocinado pela Fundação Toyota do Brasil e com apoio do Instituto Parvi.

A iniciativa, realizada na cidade de Recife, vai qualificar 80 jovens, com prioridade para aqueles pertencentes a grupos minorizados ou minoritários oriundos de comunidades periféricas. Cada turma passará por 4 meses de formação, e o projeto segue de forma contínua durante todo o ano. Outra meta é a inserção de ao menos 30% destes jovens no Mercado, sendo, pelo menos, 10% absorvidos pelo Grupo Parvi.

Além de preparar para o mercado de trabalho, o projeto tem também prevê trabalhar com os aprendizes as suas competências socioemocionais, contribuir para a elaboração de um plano de vida e construir parcerias com programas de jovem aprendiz, a fim de saírem do projeto com um emprego.

Depois da conclusão da formação, os jovens serão acompanhados por um ano, podendo ser encaminhados para o mercado de trabalho, recebendo orientações pós-contratação e participar de novas formações do CCB Social.

Campanhas Solidárias

Em 2022, a Fundação Toyota do Brasil realizou doações e promoveu campanhas para auxiliar famílias, em situação de vulnerabilidade.

Foram elas:

– Campanha de doação de alimentos e água:
Em janeiro, 3,8 toneladas de alimentos e 3 mil litros de água mineral foram doados ao Banco de Alimentos de Guaíba, município com mais de 98 mil habitantes localizado na região metropolitana de Porto Alegre (RS). A população mais vulnerável foi fortemente impactada pelas chuvas e ventos fortes que atingiram a cidade no período.

As doações foram distribuídas para cerca de 40 mil moradores da Cohab, Santa Rita e Ypê, bairros que concentram a maior parte da população carente da cidade e que foram os mais impactados pela chuva.

– Campanha de doação de agasalhos:
Em agosto, foram entregues os cobertores e agasalhos arrecadados durante a campanha voltada para pessoas carentes que vivem em regiões onde necessitam se aquecer nas épocas mais frias do ano. No total, foram arrecadados 572 cobertores, que foram entregues para o Fundo Social de Solidariedade e para o Fundo Social da cidade de Sorocaba fazerem a distribuição entre as famílias.

– Campanha de doação de alimentos:
Com o valor arrecadado, a Campanha de Natal 2022 da FTB entregou mais de 1700 cestas básicas para famílias carentes. Para isso, contou com o apoio de instituições que viabilizaram as entregas e a seleção das famílias, foram elas: Fundo Social de Sorocaba, Banco de Alimentos de Sorocaba, Cidade dos Velhinhos, Lar Creche André Luiz e o Banco de Alimentos de São Bernardo do Campo.

Essas campanhas só se tornaram realidade graças à ajuda dos nossos colaboradores, amigos, parceiros e apoiadores que contribuíram para que pudéssemos realizar ações sociais na construção de uma sociedade mais justa para todos!

Mulheres na Conservação

O Mulheres na Conservação é uma iniciativa multiplataforma (podcast, vídeos no YouTube e matérias especiais) na qual são relatadas as trajetórias de mulheres pesquisadoras que se destacam pelo empenho e liderança em projetos de conservação ambiental no Brasil. Idealizado pela jornalista Paulina Chamorro e pelo fotógrafo João Marcos Rosa, o projeto teve início em janeiro de 2020 e conta com o apoio da Fundação Toyota do Brasil.

Na primeira temporada, o podcast do Mulheres na Conservação contou a história de Beatrice Padovani (bióloga marinha e pesquisadora do Projeto Meros do Brasil), Patrícia Médici (bióloga e pesquisadora de Antas), Karen Strier (antropóloga e coordenadora do Projeto Muriqui de Caratinga), Flávia Miranda (veterinária e coordenadora do Projeto Tamanduá), e Neiva Guedes (bióloga e pesquisadora do Instituto Arara Azul – patrocinado pela Fundação Toyota do Brasil).

Os episódios da segunda temporada abordaram o trabalho de Érica Pacífico (bióloga e coordenadora do Projeto Arara-azul-de-lear — Pesquisa e Conservação), Marta Cremer (bióloga, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz), Zélia Brito (chefe da Reserva Biológica do Atol das Rocas, no nordeste brasileiro), Tânia Sanaiotti (bióloga, pesquisadora no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia -INPA) e Marcia Chame (bióloga e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz).

Confira todos os conteúdos da iniciativa: podcasts no Spotify, vídeos no YouTube, além de reportagens no site da National Geographic e também no site do CicloVivo.

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Projeto Vou de Canoa

Expandir a sala de aula para além das quatro paredes e trazê-la para o ar livre, ensinando e sensibilizando crianças de escolas municipais de Niterói (região metropolitana do Rio de Janeiro) sobre os problemas ambientais e de que forma elas podem contribuir para mudar essa situação. Esse é o objetivo do Projeto Vou de Canoa, idealizado e criado pela bióloga Luiza Perin e patrocinado pela Fundação Toyota do Brasil, em parceria com o Instituto Surf Hoe, desde 2020.

A iniciativa, realizada na Praia de Itaipu, região oceânica de Niterói, oferece um dia de muito aprendizado e contato bem próximo com as ilhas oceânicas do Parque Estadual da Serra da Tiririca para crianças e jovens.

As atividades, que duram cerca de 3 horas, começam com um panorama geral sobre diversidade cultural dos povos litorâneos, das areias e conchas existentes no mundo e da fauna presente no litoral, além de miniaturas de embarcações. Durante a palestra, também são mostrados objetos retirados dos oceanos a fim de trabalhar com os estudantes a relação do ser humano com o oceano e a importância do cuidado com a natureza e o meio ambiente. 

A imersão na natureza segue para o mar, com vivência com a canoa polinésia, na qual as crianças conhecem um pouco mais sobre a cultura dessa embarcação e sobre o bioma presente nas ilhas de Itaipu, além de desenvolverem o conceito de trabalho em grupo, tão necessário para o deslocamento da canoa.

Visitação

Voltado para atender estudantes do ensino público, o Projeto Vou de Canoa também recebe agendamentos de escolas particulares e de pessoas físicas. Os interessados devem entrar em contato pelo e-mail: projetovoudecanoa@gmail.com. 

Conheça mais sobre o projeto, acesse www.projetovoudecanoa.com.br